Incrível ainda hoje, 14 de novembro de 2017, ouvir e ler em diversas mídias, utilizadoras e divulgadoras de informações maquiadas, a superior advertência de que vivemos dias de fake news e que a direita se beneficiou delas para crescer e tomar conta da opinião pública. O susto, digamos melhor, o cagaço sofrido pela mídia de esquerda foi tão grande que a cegou. Seus próprios gritos histéricos a deixaram surda. Ainda hoje é Donald Trump o exemplo e referência quando na pauta está a mentira a qualquer custo, quando a irresponsabilidade é a tônica.
Infelizmente não somos treinados para separar joio do trigo, a massa se vê refém de uma corja dita iluminada, que tem a pretensa sabedoria como superpoder. Essa diferenciada galerinha apronta mil e uma confusões nas cabeças brasileiras diariamente.
Uma das últimas e mais ridículas é a divulgada marcha nazista na Polônia, onde o que se celebrava era o antinazismo, com suásticas evidentemente rasuradas, na festa que comemorava a independência daquele país.
Os autores desta desfaçatez ao menos ruborizaram? De forma alguma! A falta de limites para passar vexame e falar bobagens chega a ser vergonhosa. Alguém esquece das tantas previsões que já tornavam certa uma lavada de votos que Trump levaria de Hillary? TODA a mídia de esquerda repetia a mesma expectativa e ainda ousou se surpreender quando sua "mentira repetida mil vezes" saiu pela culatra. Ela traz a perigosa combinação de malícia e tolice, resultantes na mais extrema irresponsabilidade.
Casos como o da GloboNews apenas provam que só existem dois tipos de esquerdistas: os imorais diabólicos, que influenciam as mentes despreparadas cultivando o engano, e os patetas repetidores de The Guardian no melhor estilo Guga Chacra.