Anteontem, domingo, em um programa estilo Globo Rural, falava-se a respeito de camarões e de uma praga (uma espécie de espuma branca) que acometeu muitos dos criadouros do animal, prejudicando assim o mercado nacional de pesca.
Chegamos à algumas conclusões juntos ao assistir a matéria:
* o produtor brasileiro não estava pronto para enfrentar a praga, que veio lentamente pelo mar, e já era previsível e conhecida;
* o produtor brasileiro antes de ter que "correr atrás" cultivava com tecnologia obsoleta, que desagradava seu consumidor final e o afastava da produção máxima possível;
* parte da culpa nesse atraso vem do protecionismo estatal, que proibiu a competição com o produto importado, que com tecnologia superior certamente acabaria com o nacional.
Ou seja, mais uma vez a mesma história: governo intervem nas relações comerciais, adultera a realidade de acordo com o que acredita ser ideal. O que isso gera: resultados desesperados nascidos de uma relação doente e irreal e manipulada .
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